Nadja Rosiane dos Santos Marchi mentiu para os feirantes, dizendo que tinha despesas, chegando a cobrar taxa de R$ 900,00 de alguns
A presidente da Associação dos Empreendedores e Produtores da Agricultura Familiar meteu a mão no bolso dos feirantes e sumiu com o dinheiro
Após meter a mão no bolso dos feirantes que trabalham na Feira da Décima Avenida, em Porto Velho, a presidente da Associação dos Empreendedores e Produtores da Agricultura Familiar (Asepaf), Nadja Rosiane dos Santos Marchi, está tentando acabar com a feira.
Nem Nadja nem a Asepaf têm autoridade alguma para acabar com a Feira da Décima Avenida. A associação não é dona de nada, e o terreno pertence à prefeitura de Porto Velho.

A aparente raiva de Nadja é que a fonte secou. Os feirantes procuraram a empresa Brasil Show, proprietária das tendas, do telão, do palco e do grupo gerador e informaram que eram obrigados a pagar taxas para a presidente da Asepaf. Os valores desembolsados giravam entre R$ 300,00 e R$ 900,00.
Além disso, feirantes contaram que no final do trabalho precisavam entregar mais R$ 20,00 a Nadja Marchi, todos os dias de feira, sob a alegação de que era para pagar seguranças. Tudo mentira dela. Os seguranças são pagos pela Brasil Show.
Nem Nedja nem a Asepaf tinham despesa alguma com a estrutura existente na Feira da Décima Avenida. Tudo era pago pelo governo do estado, incluindo o combustível do grupo gerador, até o desentendimento com o secretário da Sedec.


Nadja tem tendas velhas, poucas, pequenas, que não resistem a uma chuva mais forte, e teve a cara de pau de dizer que notificou a Brasil Show para retirar as tendas de lá. Nem ela nem a Asepaf têm autoridade para algo assim. Quem poderia notificar alguém seria o prefeito Léo Moraes. Provavelmente é mais um golpe do grupo criminoso em cima dos feirantes.
A alternativa encontrada pela Brasil Show em caso de danos às tendas será acionar a Polícia e meter Nadja Marchi na cadeia. Pelo jeito ela está achando que as falcatruas dela não aparecerão. Os feirantes lesados estão sendo orientados a procurar o Ministério Público e denunciar a cobrança das taxas indevidas.



