PF e Gaeco programam mais uma operação em Rondônia

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A notícia vazou na noite de quarta-feira (15), em Porto Velho, e por conta disso políticos em geral sumiram

De acordo com fontes do blog Entrelinhas, essa operação deverá ser ainda maior do que a Reduto, realizada há uma semana

Em Rondônia, políticos em geral desligaram os celulares na noite de ontem (15), logo após ter vazado a informação de que a Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) teriam programado mais uma operação, ainda maior do que a Reduto, realizada há uma semana.

O foco dessa nova operação, que pode ser deflagrada a qualquer momento, seria, dentre outras coisas, emendas parlamentares e também movimentações de grande volume de dinheiro na conta de servidores públicos.

Consta que um outrora poderoso ex-secretário de Estado também estaria na mira da PF e do Gaeco, devido a contratos firmados com empresas privadas. Alguns desses contratos também envolvem emendas parlamentares.

Paralelamente, outro escândalo. Procuradores do Estado receberão R$ 35,5 milhões. Apesar de já serem contemplados com altos salários, receberão honorários, as chamadas sucumbências, devido ao pagamento da dívida da Energisa. A Energisa ferra a população, mas procuradores ganham uma fortuna com a negociação.

E mais outro escândalo: devido à negociação com a Energisa, a dívida da Caerd teria sido extinta. A estatal de água e esgoto foi colocada à venda, com um preço reduzido, devido à dívida. A dívida não existe mais, mas o preço continua reduzido.

A Energisa lascou a vida do contribuinte em Rondônia. No caso da Caerd, será pior. A estatal não cobra a outorga de quem tem poço em casa, mas uma empresa privada não poupará o contribuinte. Se prepare para pagar uma taxa que gira em torno de R$ 350,00, mesmo se você tiver poço em casa, quando a empresa entrar. E quando tiver rede de esgoto, se prepare para pagar mais cerca de R$ 450,00, mesmo se você dispensar o serviço.

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