Um dos sites da Orcrim é o O Observador, que postou matéria falando da criação de uma comissão para investigar irregularidades na publicidade
A quadrilha do Fogaça parece acreditar que a investigação é sobre o atual contrato. Não é. É sobre o contrato anterior, onde a Orcrim desviou milhões de reais da mídia
O vereador Everaldo Fogaça pisou no tomate e atacou sua própria qu@adr1lha. Isso por estar mal informado. Um dos sites da Orcr1m, O Observador, postou matéria falando da criação de uma comissão para investigar irregularidades na publicidade. Parece que o bando do Fogaça acredita que a investigação é sobre o atual contrato. Não é.



A solicitação da Sugesp é que a Secom investigue o contrato anterior, justamente devido a indícios de corrupç@ao. Aparentemente é porque vazou a informação de que o vereador Everaldo Fogaça desviou milhões de reais da mídia oficial, usando sites fantasmas, que ninguém vê, mas que tiveram as visualizações aumentadas através do uso de robôs.

Os prints mostram a postagem da matéria no site O Observador, que tem sido usado em uma tentativa de achacar o governador e o presidente da Assembleia Legislativa, para que eles deixem a Orcr1m desviar dinheiro público. Na matéria, se fala da solicitação da investigação.


O problema é que o O Observador só teve acesso a parte da informação, e a Orcrim não percebeu que a solicitação é que seja investigado o que determinados sites receberam através do contrato assinado com a Agência Nacional, que anteriormente distribuía a mídia do governo.
Se o bando tivesse visto todo o material, teria entendido que a investigação deverá acontecer justamente em relação ao dinheiro desviado pela qu@adr1lha do próprio Everaldo Fogaça. Não pisaram no tomate, apenas. Sapatearam sobre o tomateiro. O próprio Fogaça tratou de espalhar o link da matéria em grupos de WhatsApp. B@and1d0, chefe de qu@adrilha e meio t@ap@d0, ainda por cima.

O que a Orcr1m não conseguiu encontrar foi uma cópia da manifestação da Sugesp. O blog Entrelinhas mostra o print de algumas páginas do documento. Está claro que o pedido de investigação é justamente sobre o contrato anterior, onde Everaldo Fogaça mamou durante anos.
Na prática, Fogaça pegou dinheiro que deveria ter sido pago a outros sites de notícia, que realmente têm acessos suficientes. O Observador, por exemplo, que não tem tanta visualização, chegava a receber R$ 40 mil em um mês.



